quarta-feira, outubro 11, 2006

Drão

Drão o amor da gente é como um grão
Uma semente de ilusão
Tem que morrer pra germinar plantar nalgum lugar
Ressuscitar no chão nossa semeadura
Quem poderá fazer aquele amor morrer!
Nossa caminhadura
Dura caminhada pela estrada escura

Drão não pense na separação
Não despedace o coração
O verdadeiro amor é vão, estende-se, infinito
Imenso monolito, nossa arquitetura
Quem poderá fazer aquele amor morrer!
Nossa caminha dura
Cama de tatame pela vida afora

Drão os meninos são todos sãos
Os pecados são todos meus
Deus sabe a minha confissão, não há o que perdoar
Por isso mesmo é que há de haver mais compaixão
Quem poderá fazer aquele amor morrer
Se o amor é como um grão!
Morrenasce, trigo, vive morre, pão
Drão
(Gilberto Gil)

quinta-feira, outubro 05, 2006

É uma dor... agonia.. quase um desespero que incha, cresce no meu peito sem que eu pssa fazer nada ou sequer tenha coragem de fazê-lo.
Terei que conviver com a ambiguidade do meu ser, com a ambivalencia dos meus sentimentos e com o meu desejo de possuir o mundo e nao ter mais do que meia duzia de palavras.
Sentir medo, desejo, dor e alegria em ter e perder tudoq ue me foi confiado sem ao menos merecer.
Talvez essa seja a justiça do mundo.
Talvez essa seja a minha injustiça pela qual eu serei condenada.